quinta-feira, 27 de novembro de 2014

PALACE CLUB DE SOBRAL

Comitiva de autoridades do judiciário cearense em visita ao prédio do antigo Palace Club onde funcionariam as novas instalações do Fórum de Sobral que levou o nome de Dr. José Saboya de Albuquerque em 1.975.
Da esquerda para a direita: José Alcides Gomes (oficial de justiça), Dr. Luiz Girão (diretor do Fórum de Sobral), Dr. Sombra (juiz criminal), Dr. Olavo Traumaturgo (promotor de justiça), António Maurício (Toinho do cartório), Desemb. Ademar Mendes Bezerra, Desemb. Banhos Neto (presidente do Tribuna de Justiça) Desembª. Gisela Nunes da Costa, Desemb. Hugo Pereira, Dr. Santana (juiz da comarca de Fortaleza) e Dr. Gilberto Feijão (advogado).

domingo, 23 de novembro de 2014

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

PRÉDIOS HISTÓRICOS NA ÁREA DO IPHAN

e amigo, apraz-me relembrar, com mais minúcias, o que, há anos, relatei: O tio Paulo Sanford residia na Praça São Francisco, na casa onde depois morou, por muito tempo, a família do Con. José Osmar Carneiro. Paulo Sanford havia-se mudado para outra casa, na mesma praça, bem em frente à igreja, na Rua Cel Frederico Gomes, que passa em frente à cadeia, prosseguindo mais além. Bem! Paulo Sanford, em 1946/7 construiu esse bangalô, no entroncamento das Ruas Cel. Frederico Gomes com Cel. Diogo Gomes (Rua dos Cocos), em Sobral, sopé do Alto da Cadeia. Na época, um descampado que motivava, a distância, agradável visibilidade. Mudança da Praça São Francisco, erm 14.01.1948. Em 10.04.1948, dois primos amigos ali casaram: Nise Sanford, sobrinha legítima da mamãe, com Olavo Rangel, sobrinho legítimo do papai. Em 1962, Humberto Lopes, por compra, adquiriu a casa, cuja mudança foi imediata. Nesta residência encontrei também a felicidade. Com dois anos de namoro, noivei com Teresa, em 1963 e casamos na dita casa, em 18.12.1965. No amplo quintal, nossos filhos: Humberto, Fábio, Boil e Ildefonso, usufruíram de saudável infância. Transformaram um enorme tanque em piscina que, posteriormente, funcionou como criatório de peixes ornamentais. Embora tombada pelo IPHAN, foi demolida pelo poder público, em 2002/03. João Barbosa/ novembro de 2014.



Casa localizada na rua Conselheiro José Julio, nas proximidades da Praça do Patrocínio, pertencia a Francisco Estáquio da Costa, avô de Lucídio Carneiro! Hoje pertence à família do Prof. Teixeira. Via Joscel Vasconcelos

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

BECO DO COTOVELO EM 27 DE NOVEMBRO DE 2014 172 ANOS DE FUNDAÇÃO

Segundo o Livro A História de Sobral de Dom José se referiu ao Beco, desde 1842 já  era beco. Tendo assim 172 anos.
Em 1974 o Vereador Antônio Valdir Coêlho denominava Beco do Cotovelo através do Projeto de Lei 04/74 – 
     José Parente Prado foi um dos que fez uma reforma do Beco do Cotovelo Reforma - colocando um piso novo e proibindo a passagem de transportes Lei 03/91 – Projeto 004/91
Cid Gomes foi um dos últimos prefeitos de Sobral a fazer uma grande reforma no Beco do Cotovelo.
Ponto de encontro da "inteligentsia sobraleinsis".
O Becco do Cotovelo fica no coração de Sobral e tem este nome devido a sua forma com uma pequena curvatura em seu centro. É para lá que vão todos aqueles que querem saber das últimas nóticias na cidade, conversando em rodas, tipicamente masculinas, e tomando um cafezinho. Ponto de encontro de aposentados, o Beco do Cotovelo está para Sobral, assim como a Praça do Ferreira está para Fortaleza.

É considerado um dos locais mais pitorescos da Cidade, em virtude da comunicação fácil e variada dos cidadãos que para ali marcam encontro.

O Becco do Cotovelo é passagem obrigatória dos visitantes ilustres que chegam a Sobral, os quais deixam ali registradas suas presenças no Livro de Assinaturas, organizado pelos frequentadores, liderados por Expedito Vasconcelos, Presidente da Associação dos Amigos do Becco e por este eleito Prefeito do Becco.

ANTES




sábado, 15 de novembro de 2014

MERCADO CENTRAL DE SOBRAL NO CENTRO

 Promessas do prefeito Antenor Ferreira Gomes em Sobral por ocasião da inauguração do Mercado Público em 1938 
Praça da Independência - atual Dr. José Sabóia-época da demolição do mercado velho Disse por fim, o orador oficial, que o atual prefeito pretende construir para aparecer como melhoramento de sua gestão, no corrente ano, a Avenida dr. Getúlio Vargas, á Praça da Independência; reconstruir a Praça Senador Figueira; construir uma outra Praça embelezando e arborizando a frente da Santa Casa de Misericórdia- calçar a Praça Barão de Sobral –

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Histórico da Câmara de Vereadores

Sobral, 13 de outubro de 2014

Banco de dados para estudantes, estudiosos, historiadores e pesquisadores
História de Sobral Arquivo 2014

Dom José Tupinambá da Frota
Capela de Santo Antonio
A Sedição de Sobral - 1840
General Tibúrcio em Sobral
Os escravos em Sobral
A Cadeia Pública
Independência do Brasil - 1822
A 1ª Câmara Municipal na República
Relação de prefeitos de Sobral, desde 1890
Eclipse Total do Sol
A Ema da Praça do São João
Praça do Teatro São João
Estrada Sobral - Meruoca
Santa Casa de Misericórdia de Sobral
O Hipódromo de Sobral
Estrada de Ferro de Sobral
Teatro São João
Histórico da Câmara de Vereadores
Levantamento do pelourinho na povoação da Caiçara
Ingreja da Sé - Matriz de Sobral em homenagem a No...

A Cidade dividida em duas Freguesias
Por que o nome Sobral
História de SobralA Câmara Municipal de Sobral, Ceará, foi instalada quando o aglomerado recebeu a denominação de VILA DISTINTA E REAL DE SOBRAL, em 05 de JULHO de 1773, na presença do 10º. Ouvidor -Geral do Ceará, João da Costa Carneiro e Sá com a eleição de dois juízes e de três vereadores. A elevação a condição de vila foi por ordem do Governador de Pernambuco, Manuel da Cunha Menezes.

Também era facultado AOS EDÍS o direito de nomear procuradores às cortes e de representação as autoridades superiores e ao próprio rei.
No exercício de suas funções deliberativas a câmara era composta apenas do juiz e seus vereadores.
A princípio essa reunião era chamada de vereação ou conselho de vereadores, e só posteriormente o termo câmara foi utilizado para designar a reunião de vereadores sob a presidência do juiz. Quando as reuniões da câmara municipal ocorriam com os "homens bons", ou seja, a elite local, era denominada de juntas gerais.
Até meados do século XVII, as câmaras eram instrumentos de dominação política dos senhores feudais. E muitas vezes a própria Coroa portuguesa se mostrava impotente face a "rebeldia" e aos desmandos da elite agrária. O próprio rei, muitas vezes, sancionava abusos cometidos pelos representantes municipais, através do poder local (câmara), contra a população que, naquela época, era composta de índios, escravos e dos trabalhadores "livres"dependendes (exceto os índios) da nobreza fundiária.
Com a independência do Brasil e a implementação de uma política centralizada durante o império (1822-1889), a ação do poder municipal sofre uma retração. As câmaras, a partir da Constituição Imperial de 1824, perderam seu antigo poder, ficando reduzidas a corporações meramente administrativa impedidas de exercerem qualquer jurisdição contenciosa.
Foi também nesse período que Sobral, adquiriu através da Ordem Imperial de 17 de março de 1823, o status de cidade, com direito a escolher, através do voto, nove vereadores elegíveis após dois anos de residência no termo (município). A duração da legislatura passa a ser de quatro anos e a presidência da câmara era exercida pelo vereador mais votado que também acumulava a função executiva pois ainda não havia a figura do prefeito, que só se implantou no Ceará a partir de 5 de agosto de 1914, em substituição aos intendentes que, por sua vez passaram a existir em nosso estado com a constituição cearense de 1892.
O ato adicional de 12 de agosto de 1834 altera alguns artigos constitucionais com a intenção de conceder, dentro de uma filosofia descentralizadora e federalista, maior autonomia as câmaras quando mantinha a escolha dos juízes de paz através de eleições municipais. Porém, em alguns artigos o ato estava em desacordo com o princípio de autonomia de poder municipal, vez que operacionalizava uma grande subordinação das câmaras municipais as Assembléias legislativas provinciais. As mínimas autorizações como: criar ou modificar posturas, efetuar pagamentos, decidir sobre mercados, talhe de carne, cessão de imóveis, etc, eram discutidas inicialmente na Comissão das Câmaras Municipais das Assembléias Provinciais. Esta dependência se estenderia até a Proclamação da República (1889) quando a autonomia entre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário foi reestabelecida.
Por ser um órgão de importância supra em um regime representativo, a Câmara Municipal de Sobral, desde a sua criação aos dias de hoje, passou por várias transformações na tentativa de adaptar-se aos novos desafios impostos aos municípios, principalmente quando o país sofreu mudanças yna sua estrutura jurídica e política.
Em alguns períodos da história política brasileira a Câmara Municipal de Sobral, foi cerceada deixando algumas vezes de legislar. O primeiro foi por acasião da instituição do regime republicano quando foi dissolvida e, em seu lugar, criado um Conselho de Intendência cujos membros eram nomeados pelo governo estadual.
O outro refere-se a vigência do Estado Novo (1937-1945) instituído por Getúlio Vargas, quando os municípios perdem a cidadania política e a sua autonomia político-administrativa, vez que as casas legislativas foram fechadas.